Estão voltando as flores. E abrem-se as portas de uma nova edição do Pianístico. O festival saúda a estação mais inspiradora do ano como vem fazendo desde 2018, com espetáculos de primeira linha que trazem a Joinville artistas nacionais e internacionais de diferentes matizes dedicados a esse instrumento mágico que é o piano.
Ao longo de seis dias, o público terá acesso a 15 shows e concertos que reúnem nomes consagrados e jovens promessas, em uma ampla gama de gêneros e estilos, do erudito ao popular. Cumprindo seu papel de investir na formação dos músicos locais, o Pianístico reserva espaço nobre de sua programação para uma série de workshops e masterclasses com alguns dos artistas convidados. Para completar, o projeto de educação musical que ocorre em paralelo ao festival passeia por escolas públicas e artistas joinvilenses se apresentam em lojas, restaurantes e padarias na ação denominada “Pianos pela cidade”. Ações que vão transformar Joinville, mais uma vez, na capital brasileira do piano.
Neste ano, lembra a diretora geral Albertina Tuma, o Pianístico ampliou horizontes e levou sua essência para além da primavera. Em parceria com a EZA, o festival assinou duas edições do evento batizado de Rooftop Sessions, criando uma experiência única no topo da cidade. “Entre o céu e o piano, grandes artistas brasileiros deram vida a noites de sensibilidade, encontros marcantes e uma atmosfera que fez da música o elo entre pessoas, histórias e emoções”, enaltece Albertina.
Carlos Branco, diretor artístico e curador do festival, salienta a presença de grandes nomes do jazz e da música instrumental, como Marco Mezquida (Espanha), Pepe Rivero (Cuba), André Mehmari (Brasil), Rembrandt Frerichs (Holanda), Mário Laginha (Portugal), Julia Tygel (Brasil) e Kiko Continentino (Brasil), ao lado de jovens talentosos como Julia Toledo, Fábio Leandro, Vinicius Canella e Marina Brandão, de apenas 11 anos de idade. A programação ainda reúne estrelas da música erudita, como Natasha Binder (Belgica), Andrea Vivanet (Itália), Mário Lucas de Sá (Joinville) e Alexandra Sostmann (Alemanha).
“Essa história é construída a muitas mãos”, frisa a diretora geral, agradecendo a confiança das empresas catarinenses, incentivadoras por meio do Programa de Incentivo à Cultura (PIC), da Fundação Catarinense de Cultura, e do patrocínio de empresas via Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). Ela também aplaude o engajamento da comunidade, formando a harmonia que sustenta o festival e permite que sua música continue inspirando, conectando pessoas e projetando Joinville para além das fronteiras do país.
Emocione-se. Vai começar um evento plural, democrático, múltiplo e inclusivo, pleno de música da melhor qualidade.
